Nunca sei o porque, mas a tristeza me invade sempre quando estou longe dela.
Não deve ser o tempo, a vida já me ensinou a aceitar a grande amplitude térmica da cidade.
Não é fome, to sempre comendo.
Não deve ser falta de ideologia, pois ainda quero mudar o mundo, e junto vamos! (sou jovem, nem pense em roubar meu idealismo!).
Deve ser saudades mesmo... saudades de quem me apoio quando meu vô morreu, de quem me gravou uma música pro dia dos namorados, de quem me ensinou a não machucar as plantinhas, de quem me ensinou a beber e a parar de beber, de quem sempre pede pra eu acordar cedísimo para ir pra casa dela e sempre vale a pena quando sinto seu calor.
Saudades de uma pessoa , que como eu, se inconforma com o mundo, e que apesar de dizerem que tem uma visão deturbada do mundo, ela vê muito, e se revolta, e na revolta se coloca ao meu lado (ou seria à minha frente? Como que para me proteger dos reacionários que querem continuar a viver em seus palaciozinhos de cristal no interior paulista, cercados por sujeira e pobreza, e que estão todos mergulhados nessa mesma sujeira.), e ao se colocar ao meu lado, me sinto forte para juntos enfrentarmos tudo de ruim no mundo, do racismo, ao preconceito de gênero até à caça às tartarugas.
Eu sinto muita falta dela, e como ela me diz sempre: odeio namorar, quero ficar casado logo.
domingo, 13 de junho de 2010
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2 comentários:
confesso q gosto qdo vc nao ppoe titulo nos textos
eu vou descobrindo o titulo no caminhar do texto
e acredite
são só os seus q eu gosto assinm
é engraçado, pq geralmente deixo pra por título no final, e acabo me esquecendo de colocar depois.
hhahahahahaha
qual o título desse post? qual título você descobriu?
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